No instante em que percebi que íamos viajar juntos, somente nós, não indaguei onde e se algum dia voltaríamos...
Tu eras a suave brisa perfumada e eu uma dependente borboleta flutuando no dossel dos teus braços...
O barco do nosso destino cortou as amarras e partimos.
Todas as terras sem nome da imaginação receberam nossa visita e, por mais que viajemos o poente em fogo que arde dentro de nós sempre dilui as sombras da distância e da noite que teimam em nos perseguir...
Sempre estarei contigo, sem indagar nada, sem nada querer, senão viajar, viajar contigo pelo infinito de nossa mútua compreensão.
Psicografado por Divaldo Franco
