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quarta-feira, 14 de março de 2012

Beozonte... Clube da esquina... Mil Tons...


Clube da Esquina

Reza a lenda que a mitologia do Clube da Esquina surgiu do encontro de um grupo de amigos que se reuniam na esquina da Rua Divinópolis com Paraisópolis, no bairro de Santa Teresa, em Belo Horizonte. Formado, entre outros, por Tavinho Moura, Wagner Tiso, Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Flávio Venturini, Toninho Horta, Márcio Borges, Ronaldo Bastos, Fernando Brant e os integrantes do 14 Bis, o grupo de jovens amigos se juntava para cantar e tocar desde a segunda metade da década de 1960.

Nas reuniões informais dos amigos no bairro de Santa Tereza e nos passeios do grupo pelas cidades históricas de Minas foram criadas as canções e o imaginário de um dos discos mais antológicos da MPB, o LP “Clube da Esquina”, gravado em 1972 e tendo como protagonistas Milton Nascimento e Lô Borges, com produção de Ronaldo Bastos. Mas o Clube da Esquina também foi feito de histórias das estradas de ferro.




(...)


Basta lembrar dos versos dos maiores clássicos de Milton Nascimento e companhia: o trem que ligava Minas ao porto, ao mar, a ferrovia, o caminho de pedra, a travessia, a paisagem na janela. A histórica estrada de ferro Vitória-Minas, que já rendeu inspiração para todos os compositores do grupo, também surge homenageada em outro livro de Márcio Borges, "Entradas e Outras Bandeiras: A Chegada da Vitória-Minas".

Com breves textos e versos de Márcio Borges, mais fotografias e direção de arte de Arthur Senra, o livro foi editado pelo clube de amigos do Museu Clube da Esquina, com recursos do Fundo Estadual de Cultura. "É um tema muito especial para cada um de nós, porque está ligado à memória afetiva do mineiro e à história do Clube da Esquina em particular", explica Márcio Borges. 

Sobre “Os sonhos não envelhecem: histórias do Clube da Esquina”, por Márcio Borges.

Por José Antônio Orlando no Blog Semioticas1

Veja mais no Museu Clube da Esquina (virtual) clicando aqui.




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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Belo Horizonte, 1949...


Vídeo Americano sobre BH em 1949

"Em 1949 o escritório de relações internacionais dos EUA fez um vídeo de apresentação de Belo Horizonte, seu surgimento planejado, sua expansão que poderia ser "sem limites" e tudo que movia aquela cidade de pouco mais de 200 mil habitantes."



quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Pátria Minas... Imaculada



Pátria Minas
Imaculada
Marcus Viana
Composição: Marcus Viana

Pátria,
Pátria é o fundo do meu quintal.
É Broa de milho,
E o gosto de um bom café.
Pátria,
É cheiro e colo de mãe.
É roseira branca,
Que a vó semeou no jardim.
Se o mundo é grande demais,
Sou carro de boi,
Sou canção e paz,
Sou montanha entre a terra e o céu,
Sou Minas Gerais.
São águas, montanhas e um fogão a lenha,
A cerâmica e o canto do Jequitinhonha;
São igrejas, são minas;
É o barroco, é Ouro Preto;
É maria fumaça.
Êta trem bão mineiro!
Diamantina, Caraça, Gruta de Maquiné,
Cascadanta caíndo, Congonhas do Campo,
São João Del Rei, Sabará, Tiradentes,
Igrejinha da Pampulha,
Minha Belo Horizonte.
Se o mundo é grande demais,
Sou carro de boi,
Sou canção e paz,
Sou caminho entre a terra e o céu,
Sou Minas Gerais.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Belo Horizonte


Belo Horizonte


Flávio Venturini

Como vai BH?
Ouve a voz da montanha
Como vai?
Sei de cor meu lugar
Belo horizonte
Quando cai a tarde em meu coração
Liberdade a praça das paixões


Se distante a saudade quer chegar
Quem feriu a linda serra do curral
Luz da lua apareceu
Como se fosse sonho meu
Como se fosse bom



Manacá como vai?
Dama da noite como vai?
Sei de cor meu lugar
Salve a floresta
Vam andar no prado , Cidade Jardim
Hoje é festa
Na dor das capitais
Nas cinzas dos quintais

Ouça esta música clicando em "Músicas" no site do cantor: http://www.flavioventurini.com.br/