quarta-feira, 28 de março de 2012

Feliz Hoje e Sempre, Mestre Alan...


Do Ponto de Luz na Mente de Deus, Flua Luz às mentes dos homens; Que a Luz desça à Terra. Do Ponto de Amor no Coração de Deus, flua Amor aos corações dos homens; que o Cristo volte à Terra. Do Centro onde a Vontade de Deus é conhecida, guie o Propósito as pequenas vontades dos homens, o Propósito que os Mestres conhecem e a que servem. Do Centro a que chamamos raça dos homens, cumpra-se o Plano de Amor e Luz e mure-se a porta onde mora o mal. Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano de Deus na Terra!

From the point of Light within the Mind of God, Let Light stream forth into the minds of men. Let Light descend on Earth. From the point of Love within the Heart of God, Let love stream forth into the hearts of men. May Christ return to Earth. From the center where the Will of God is known. Let purpose guide the little wills of men, the purpose which the Masters know and serve. From the center which we call the race of men. Let the Plan of Love and Light work out. And may it seal the door where evil dwells. Let Light and Love and Power restore the Plan on Earth.

Feliz Hoje e Sempre, Mestre Alan...
Um abraço de Alegria e Gratidão...

terça-feira, 27 de março de 2012

Mãomorleta em estradas de Luz...


Mãos de cristal

Célia Laborne Tavares 

Todo o meu ser é um apelo
diluído no céu

Tu que tens mãos de cristal
vem com elas sobre meus cabelos
porque inútil é o meu mundo

Tu que despertaste os olhos dos eternos
desce com tua paz
porque meu sangue não é da  Terra
Mas das estradas de Tua Luz

Tu que sonhaste no meu sonho
tira o suplício de meus olhos
e me mostra Tua face
Onde ainda há pureza

Conheça o Blog da poetisa, Vida em Plenitude, clicando aqui.


Foto/montagem com Constelação das Plêiades.

domingo, 25 de março de 2012

Doce sensação da mais suave das flores...



A Blessing

Swami Vivekananda

The Mother’s heart, the hero’s will,
The softest flowers’ sweetest feel;
The charm and force that ever sway
The altar-fire’s flaming play;
The strength that leads, in love obeys;
Far-reaching dreams, and patient ways,
Eternal faith in Self, in all,
The light Divine in great, in small;
All these and more than I could see,
Today may “Mother” grant to thee!

Feliz Aniversário, Célia Laborne Tavares n'O Quinto Lótus...
Feliz Todo Dia, Sempre!
Com carinho e gratidão de Leo Nogueira - O Nawta

Escrito a Miss Sturges Alberta de Perrors Guirec, Bretanha, França, em 22 de setembro de 1900.

sexta-feira, 23 de março de 2012

"De tuas mãos nasçam flores"...


O Infinito
In, O Quinto Lótus 

Célia Laborne Tavares

Não limites nunca o infinito procurando defini-lo. Deixe apenas que, de tuas mãos, nasçam flores e tua mente se eleve tanto que possa investigar as mais altas verdades, dizem os antigos mestres do Oriente.

E as verdades nunca envelhecem, o ilimitado jamais poderá ter fronteiras. As buscas oferecem múltiplos caminhos, porém o ponto final será sempre o interno encontro.

A intuição pode ser o começo da verdade e desenvolvê-la requer constância e vontade firme. De repente, todos começam a sentir que é tempo de buscas repetidas e infatigáveis para que cada um não se perca, ou todos não se envolvam na grande teia que ameaça muitos e já atingiu alguns.

As horas são hoje violentas e não se pode mais adiar, ponderar, esperar. É tempo de acordar muito cedo e partir o mais rápido que nos for possível, para que se alcance a margem de segurança antes de desabar a tempestade.

É por isso que muitas vozes se fazem ouvir, muitos chamados se cruzam, muitos caminhos se abrem. Todos têm sua chance; o rumo ao seu alcance e ao seu modo, existe para que ninguém se perca por falta da palavra, da oportunidade, do chamado constante.

Não limites o infinito em teus medos ou teus desejos, em tuas crenças ou descrenças nem em teus fracassos. O ilimitado voltará a dar-te um outro dia, um novo despertar, uma outra oportunidade.

Não levantes muralhas contra o infinito. Elas terão mais cedo ou mais tarde que serem destruídas e tu te acharás mais uma vez deslumbrado pelo raio da primeira verdadeira luz.

Não é tempo de flores mas, as flores estão guardadas para quando a hora chegar. Deixa que também de tuas mãos brotem violetas e que teus olhos respondam às estrelas. – Muitos necessitam ajuda nestes dias rudes, muitos aguardam as menores respostas como marco do início do caminho.

Sê pródigo em tua música, em teu carinho e mostra o vôo intrépido dos pássaros aos que estão tombados, sem força pela estrada.

O silêncio pode nascer a qualquer hora e convém que estejamos preparados para entender e divulgar a mensagem. A hora do amor pode inaugurar sua festa de conquista desde que estejamos ajustados às suas Leis.

Nunca é tarde para começar, ninguém é velho demais para implantar a vida em suas bases reais, que o infinito não limita e a Terra não restringe.

Lentamente, como fruto amadurecido, a luz começa a romper nossas distantes barreiras e seu reflexo já assusta e confunde os mais despreparados para seu convívio. Por isso é que se pede repetidamente que ninguém deixe passar, em vão, o seu tempo de ofertas.

Tomemos, por hora, a ametista como símbolo de mais um aviso em nosso encontro de hoje.

Aguarde a rosa branca.


Conheça o Blog da autora, Vida em Plenitude, clicando aqui.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Aspiração...


Aspiração

Cruz e Sousa*


Tu és a estrela e eu sou o inseto triste!
Vives no Azul, em cima nas esferas,
No centro das risonhas primaveras
Onde por certo o amor eterno existe.

E nem de leve a glória vã me assiste
De erguer o vôo às olímpicas quimeras
Do teu brilho ideal, lá onde imperas
Nesse esplendor a que ninguém resiste.

Enquanto tu fulgires nas alturas
Eu errarei nas densas espessuras,
Da terra sobre a rigidez de asfalto.

Embalde o teu clarão me enleva e clama!
Mas como a ti voarei, se, senti a chama
Sou tão pequeno e o céu tão alto?


(...)

Escrito na calçada do Edifício Anabella Residence
Rua Ferreira Lima . Centro . Florianópolis . SC. Brasil

Lindo, lindo, lindo...

Encontro do poeta ilhéu desterrado em Minas,
e do pé-rapado desterrado das Geraes morando aqui na Ilha...

Suspiro... eu é que fui encontrado por Ele,
enquanto andando cego pelas ruas...
Benzadeus que eu tenho o que é por muitos considerada "deficiência" po-ética...

Chorei... que às vezes andando feito cego pelas ruas,
são os pés que nos fazem re-vi-ver belezuras,
despertando e nos libertando de todos os desterros
para a cidadania cósmica, po-ética, das estrelas...



__________

* João da Cruz e Sousa: poeta brasileiro, alcunhado Dante Negro e Cisne Negro. Considerado um dos precursores do Simbolismo no Brasil.


Nasceu em  Nossa Senhora do Desterro (atual Florianópolis/SC) em 24 de novembro de 1861. Ele "subiu" pras Estrelas de Estação do Sítio (Antônio Carlos/MG), em 19 de março de 1898... 


Intão... "caminhei" na poesia dele exatos 114 anos depois, no dia 19 de março de 2012... Apesar do antigo Palácio do Governo aqui na Praça XV de novembro levar seu nome, não houve "nota" nenhuma que falasse de seu aniversário de estrelice nos meios de comunicação. Pois é... PPP, preto, pobre e poeta... Nojento...

A Artista que fez a obra na calçada é Giovana Zimermann. Veja a sequência de fotos da obra, clicando aqui. Conheça mais sobre ela clicando aqui.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Beozonte... Clube da esquina... Mil Tons...


Clube da Esquina

Reza a lenda que a mitologia do Clube da Esquina surgiu do encontro de um grupo de amigos que se reuniam na esquina da Rua Divinópolis com Paraisópolis, no bairro de Santa Teresa, em Belo Horizonte. Formado, entre outros, por Tavinho Moura, Wagner Tiso, Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Flávio Venturini, Toninho Horta, Márcio Borges, Ronaldo Bastos, Fernando Brant e os integrantes do 14 Bis, o grupo de jovens amigos se juntava para cantar e tocar desde a segunda metade da década de 1960.

Nas reuniões informais dos amigos no bairro de Santa Tereza e nos passeios do grupo pelas cidades históricas de Minas foram criadas as canções e o imaginário de um dos discos mais antológicos da MPB, o LP “Clube da Esquina”, gravado em 1972 e tendo como protagonistas Milton Nascimento e Lô Borges, com produção de Ronaldo Bastos. Mas o Clube da Esquina também foi feito de histórias das estradas de ferro.




(...)


Basta lembrar dos versos dos maiores clássicos de Milton Nascimento e companhia: o trem que ligava Minas ao porto, ao mar, a ferrovia, o caminho de pedra, a travessia, a paisagem na janela. A histórica estrada de ferro Vitória-Minas, que já rendeu inspiração para todos os compositores do grupo, também surge homenageada em outro livro de Márcio Borges, "Entradas e Outras Bandeiras: A Chegada da Vitória-Minas".

Com breves textos e versos de Márcio Borges, mais fotografias e direção de arte de Arthur Senra, o livro foi editado pelo clube de amigos do Museu Clube da Esquina, com recursos do Fundo Estadual de Cultura. "É um tema muito especial para cada um de nós, porque está ligado à memória afetiva do mineiro e à história do Clube da Esquina em particular", explica Márcio Borges. 

Sobre “Os sonhos não envelhecem: histórias do Clube da Esquina”, por Márcio Borges.

Por José Antônio Orlando no Blog Semioticas1

Veja mais no Museu Clube da Esquina (virtual) clicando aqui.




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